1. Defina o jogo em uma página
Gênero, plataforma, público, o que ele tem de brasileiro e por que importa. Se não cabe em uma página, ainda não está pronto para virar projeto.
2. Monte o orçamento por etapa
- Pré-produção, produção, testes, lançamento.
- Equipe por função e por mês, ferramentas, trilha, localização, marketing.
- Valores de mercado. Orçamento inflado trava aprovação; orçamento magro trava o jogo.
3. Pense nas contrapartidas
Projetos culturais devolvem algo ao público: acesso gratuito ou com desconto, oficinas, versão acessível, conteúdo educativo. Contrapartida bem pensada também é argumento para o patrocinador.
4. Cadastre e acompanhe
O projeto entra no sistema do Ministério da Cultura, passa por análise e pode receber pedidos de ajuste. Responder rápido e bem faz diferença no prazo.
5. Capte
Aprovado, o projeto pode receber patrocínio. É aqui que a maioria trava: falta ponte com as empresas. Nós montamos essa ponte com material pensado para quem decide o patrocínio.
Erros que mais travam
- Orçamento sem memória de cálculo.
- Cronograma que não fecha com a equipe.
- Contrapartida genérica, copiada de outro projeto.
- Esperar a aprovação para pensar em quem vai patrocinar.
Vocês fazem o projeto por mim?
Fazemos com você. O jogo é seu; nós traduzimos para o formato que o Ministério pede e para a língua de quem patrocina.
Meu jogo ainda é protótipo. Dá?
Dá para começar. Protótipo jogável ajuda muito na captação.
Quanto custa?
Começa com uma conversa. Depois, uma proposta clara: o quê, em quanto tempo, por quanto.